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Como é bom despertarmos pela manhã e logo já nos conectarmos ao nosso Criador, assim já sentindo o Seu amor em renovar sobre nós Sua bondade e misericórdia que nos seguirão por todo o dia. Aleluia! E a cada um desses dias podemos ver a aliança do nosso Senhor sendo revelada em nossas vidas por meio do Seu respaldo, da Sua proteção constante, do Seu zelo por nós, do Seu cuidado tão minucioso, do Seu investimento e capacitação que nos dá para prosseguirmos firmes e fiéis nesses dias maus.

Nesses dias de jejum que tenho feito ao Senhor, juntamente a um propósito de 40 dias que antecedem o domingo de Páscoa, tenho visto a permissão de Deus em me provar o coração (Salmos 26.2), a fim de que seja o Seu nome glorificado através de um testemunho pessoal de ser carta viva (2 Coríntios 3.3) para que os de fora vejam imprimido o caráter de Cristo.

No tocante, frente a este desafio de sermos luz para os gentios, este é o Tempo de Alinhamento na presença de Deus. É hora de nos alinharmos como um grande exército, que marcha segundo o compasso do coração de Deus, segundo os Seus sonhos e planos para nós ainda nesta vida, pois, meu amado, é por meio de nós que Ele deseja agir aqui nesta Terra a Sua vontade. E podemos ver esta realidade em Mateus 18.18, que diz: “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra, será ligado no céu; e tudo o que desligardes na terra, será desligado no céu.” Referente a esta verdade Watchman Nee afirma: (…) hoje Deus opera mediante a Igreja; Ele não pode fazer nada do que deseja, a menos que o realize por meio da Igreja [que somos nós] (…) A medida do poder da Igreja hoje determina a medida da manifestação do poder de Deus, pois Seu poder é agora revelado através da Igreja.

Mediante a esta autenticidade possamos tomar, mais do que nunca, uma posição reta perante Deus e a Sua Palavra para que venhamos a corresponder com a Sua expectativa para conosco frente ao que Ele mesmo projetou para cada um de nós, pois “só teremos tudo de Deus quando Ele tiver tudo de nós” (V.M.).

Seja o Senhor Jesus o Primeiro, a preeminência, o Dono, pois só assim, colocando-O em primeiro lugar em nossas vidas, nos importando com as Suas prioridades, poderemos nos encontrar alinhados ao Seu governo para que a Sua justiça (Mateus 6.33) seja feita e, assim, o Seu caráter seja impresso, manifesto em nós e por meio de nós.

Qualquer coisa que ocupe a preeminência da sua vida, se não for Jesus,

Jesus somente, todas as suas prioridades estão no lugar errado (V.M).

 

Deus nos abençoe.

Lucas P.

porta

      É necessário que deixemo-nos ser conhecidos pelo Espírito Santo de Deus. A Sua manifestação é fluente; para percebê-Lo nos basta o essencial: disponibilidade, sensibilidade e intimidade. E você neste momento diz consigo mesmo: “Mas eu tenho estes três elementos, porque eu tenho o Espírito Santo dentro de mim”. Tem certeza? Então me mostra sua identidade.

      Identidade: conjunto de informações que admitem saber quem é uma pessoa. Jesus se preocupava como a aparência da Sua identidade estava se expandindo, como por exemplo, na Cesaréia de Filipe onde Jesus “interrogou os Seus discípulos: Quem dizem os homens ser o Filho do homem? (…) Uns dizem: João Batista; outros: Elias; e outros: Jeremias, ou um dos profetas” (Mateus 16.13,14). Jesus recebeu autoridade, pois Ele era responsável por Sua ambição. Ambição por alargar o Reino de Deus, o qual consistia em Si mesmo.

       Jesus aproveitando a ocasião indagou aos discípulos: “E vós, quem dizeis que Eu sou?” (Mateus 16.15). Jesus estava buscando nos Seus discípulos a confissão íntima de cada um. E Pedro, sem se hesitar, confessou quem é Jesus; e assim revelou a si mesmo a Cristo. Era a única chance de Pedro proclamar, reconhecer, decodificar e escancarar-se na identificação de quem era o seu Mestre.

       Simão Pedro estava à beira de se encontrar no Reino. A sua identificação de imediato foi confirmada e aprovada pelo Mestre: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16.16). Pedro recebeu o seu ofício no Reino de Deus, em Jesus. Ele recebeu discernimento espiritual e o Amado professou, que “não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai que está nos céus” (Mateus 16.17). Pedro, na unção de ousadia, disponibilizou-se ao Pai em meio aos seus amigos, os outros discípulos. Não se intimidou, e assim revelou a pessoa de Jesus Cristo.

       Os outros discípulos não tiveram a sensibilidade de conhecerem a paternidade divina. Pedro sensibilizou-se; tanto que logo depois da sua apreciação Jesus lhe respondeu: “E também eu te digo que tu és Pedro (…)” (Mateus 16.18). Neste momento dou gargalhadas de tanta revelação. Ah… Pedro foi privilegiado! Preste atenção: Primeiramente Jesus deu oportunidade a todos os seus discípulos para estes O reconhecerem. Todos, imaginando a situação, perguntavam a si mesmo o porquê Jesus fez essa indagação a eles já que eles eram seus discípulos, conseqüentemente O conheciam, pensavam eles. Pedro, numa batalha na mente para tomar a decisão dentro da sua disponibilidade de entregar-se a revelação divina, não duvidou, e ultrapassando os limites ateou “as chaves do Reino dos céus (…)” (Mateus 16.19).

       “Então ordenou aos Seus discípulos que a ninguém dissessem que Ele era o Cristo” (Mateus 16.20). Simão Pedro revelou e os outros ao seu lado queriam imitá-lo. Eles não receberam revelação alguma. Eles não tinham intimidade. Quem é você: Igual a Pedro, o qual se disponibilizou ao Pai, se sensibilizou segundo o solo do seu íntimo fertilizado pelo quebrantamento e manifestou intimidade na confissão da revelação de quem é Cristo ou você é idêntico aos outros discípulos, os quais menosprezaram a oportunidade que Jesus deu a eles, e permaneceram enrijecidos intimamente e espiritualmente, e ainda queriam roubar em hipocrisia espiritual o beneplácito particular que Cristo deu a Pedro, assim aproveitando da revelação pessoal que Pedro, pessoalmente, tivera de Cristo?

       Que Jesus é esse que você diz ser Salvador? Ele por acaso o conhece? E mais ainda, será que você O conhece? Para conquistar e se oficializar no Reino é preciso de identidade.

       Afinal, você tem a identidade?

      Em YHWH, para Sua glória,

      Lucas P.

Muro das Lamentações

 

Como apresentei no estudo passado observa-se que Jesus é denotado no reino de Deus, estando Ele como afluente primo e singular deste reino.

As condições para a entrada no reino são severamente pontuadas quando esta está sendo buscada e, em vitalidade, exercida segundo as decisões tomadas por aquele que o anseia.

O reino de Deus está restrito aos do Senhor. “Então dirá o Rei aos que estiverem a Sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt. 25:34).

Estas palavras ditas por Jesus não são simbólicas e, muito menos, utopias! São realidades do porvir. Esta passagem acima nos diz um fato que procede de uma eleição. Sim, digo de uma seleção dentre os que receberam a salvação em Cristo Jesus. Paulo, na Palavra, nos diz: “Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, pois de modo algum o filho de escrava herdará com o filho da livre” (Gl. 4:30). Como neste versículo diz que o filho da livre não herdaria junto a da escrava, assim é entre o eleito, o qual ansiou, buscou e viveu mediante a sua postura íntegra no reino, e o que apenas salvo foi, o qual não esteve cônscio da verdade do reino de Deus.

Os eleitos receberão esta herança que é o reino de Deus: “(…) possuí por herança o reino (…)” (Mt. 25:34).

Aqueles que investem no reino são os que assumiram seu papel de escolhido, como dantes fora (João 15:16), assim tornando-se sucessor de Cristo. Estes receberam a hereditariedade em Jesus quando Este, em perfeita sintonia com a vontade do Pai, padeceu e se fez iníquo em nosso lugar; ali se consumou a propagação e a verdade da existência do reino no interior dos herdeiros, e que há de se instituir.

Aleluia! Para estes que fizeram tal escolha advir glória; sim, honra, segundo o seu empreendimento do reino em si mesmo.

Agora eu lhe indago, meu amado: qual é a sua postura ante o reino de Deus pregado por Jesus? A salvação já lhe foi concedida, mas e o reino?

“Ninguém, que lança mão do arado e olha para trás, é apto para o reino de Deus” (Lc. 9:62).

Jesus Cristo nos anunciou não um evangelho acabado na salvação gratuita pela graça, mas nos propôs o Seu reino a ser almejado em ávido.

Qual é a sua escolha?

 

Em Yeshua, para Sua glória,

Lucas P.

 

Perfil

Lucas Pinangé

Versículo da Semana

Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra.
Colossenses 3.2

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