pôr-do-sol

 

O Ap. Paulo desde o início do capítulo nos apresenta a Cristo e a Sua benevolência concedida; mas apenas aqueles que n’Ele encontram-se fortificados:“Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus” (II Timóteo 2.1).

Paulo faz menção primordial para que se efetive em nós o poder espiritual de Cristo Jesus, que é o vigor da constância no dom concedido aos homens: o privilégio do perdão.

A plenitude desta maravilha estava na participação do homem na vida divina antes do pecado se consumar em si mesmo. E pelo amável coração do Pai concedeu-nos Seu filho, que preparado já estava desde gênese para que doasse a nós Sua incomparável e incomum graça. Nesta esfera obtemos revelação de uma das pedras preciosas que há em Deus: Ele mesmo – a própria graça. 

Pois a graça de Deus se manifestou trazendo salvação a todos os homens” (Tito 2.11).

A salvação é a bem-aventurança resultante da graça divina. A salvação é o elemento que nos permite chegar ante a porta do Reino de Deus. Neste encontramos céus que anunciam paz, justiça e alegria no Espírito, os quais são produtos adquiridos pela moeda de valor que é a graça.

E muito mais nos diz a Palavra de Deus: “(…) justificados por Sua graça, sejamos feitos seus herdeiros segundo a esperança da vida eterna” (Tito 3.7). Não há reinado com Cristo se não pela graça salvadora. Nesta esperança, se solidificada, não há coexistência com a inconstância; no que se deve determinar, em amor a Cristo, não nos cabe prosseguir em contínuas fragmentações. Ser herdeiro e, conseqüentemente, justificado segundo esta esperança é ir avante na certeza e na eficácia da conquista do Reino de Deus dentro em si.

 

Em YHWH, para Sua glória,

Lucas P.

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