Shofar e bíblia

No livro de Miquéias observamos que o autor, Miquéias, pertencia a Judá, mas profetizou tanto a Judá como a Israel.

Ele, no capítulo quatro, nos fala a cerca das promessas proféticas de libertação. O que ardia em suas profecias, inspirações divinas, era o desejo de que o Reino de Deus “tomasse as rédeas” de toda aquela nacional situação pecaminosa as quais eram: idolatria, avidez, feitiçaria, ganância dos profetas, sacerdotes e dos príncipes, dentre outros. Miquéias fala dos últimos dias.

Traz-nos o Espírito Santo o mesmo em nossos tempos. Estas palavras se renovam a nós com tais avisos prévios sobre o reino e o seu crescimento: “Mas nos últimos dias o monte da casa do Senhor será estabelecida no cume dos montes, e se elevará sobre os outeiros, e concorrerão a ele os povos” (Miquéias 4:1).

O crescimento do reino de Deus “será estabelecido no cume dos montes (…)”, ou seja, o domínio do Senhor sobrepor-se-á a todos outros corruptíveis reinos terrestres, e “(…) se elevará sobre os outeiros, e concorrerão a ele os povos (…)”, ou seja, tamanha será a influência do Seu reino, que este atrairá as aldeias.

A sede pelo governo do Senhor fará com que se manifeste às nações o mesmo que antecedeu as outras as quais, em andar crente do reino, receberam instrução divina a qual é o seguimento do conhecimento de Cristo Jesus, que é o caminho, no monte da casa do Senhor (veja Miquéias 4:2). No monte, pois é em elevada habitação. Isso nos revela a santidade a ser alcançada n’Ele, de sermos vituperados por amor a Cristo para termos com Ele intimidade e da excelência que reside em Si mesmo. Encontramo-nos em função do reino de Deus se n’Ele perpetuarmos em justiça.

Por fim, Miquéias nos dirige, neste contexto, a equidade e juízo: “Ele julgará entre muitos povos, e arbitrará entre nações poderosas e longínquas” (Miquéias 4:3).

A decisão pela própria consciência de Deus o sentenciará como reprovado ou aprovado.

Para a glória de Nosso Senhor Jesus,

Lucas P.

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