Shofar

 

Como antes, na parte primeira deste estudo, vimos que há reinado com Cristo se não fora do pecado, o qual é uma ofensa a santidade de Deus.

Agora olhemos, nesta mesma dimensão, o emprego intenso, de Cristo, em Seus sermões apregoados, com relação ao reino de Deus.

Jesus continha em Si completa responsabilidade com Sua ambição manifesta  entre os escravos do pecado: “Ele, porém, lhe disse: Também é necessário que eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus, porque para isso fui enviado” (Lc. 4:43).

Habitava em Jesus o alicerce para o emanar da Sua aspiração segundo o evangelho do reino, que pregava a todos que O escutavam.

Sabemos que Jesus não perambulava de cidade em cidade, de aldeia em aldeia sem companhia (Lc. 8:1). Isto traz revelação do caráter de Cristo: o tão expressado, e, desde aí, vivenciado amor precedido de testemunho pessoal. Jesus andava em unidade com os Seus. Conclui-se deste fato, que a concórdia, a união atrairá a glória de Deus. Glória tamanha que, à uma, se terá e se dará ao desfruto do Reino que fora exposto, como um candeeiro aceso, por Cristo Jesus.

Explicou-nos Jesus o reino do Seu Pai. Com o oco profundo em nosso interior gemíamos por encontrarmos o real preenchimento. O anelo pela verdade em nós residia.

“A lei dos profetas duraram até João. Desde então é anunciado o reino de Deus, e todo homem emprega força para entrar nele” (Lc. 16:16).

Enviou-nos Deus a resposta. A plenitude do Seu afeto se encarnou e, Este, estendeu o Seu domínio por apenas existir.

Jesus é o próprio reino de Deus que habitou entre os povos; e, agora está entranhado naquele que, pela fé, O tem como núcleo da sua essência.

 

 

Em Yeshua, para Sua glória,
Lucas P.

 

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