Jerusalém

Há tempos o Espírito Santo tem ministrado ao meu coração a cerca do reino de Deus.

Ao se olhar para a estrutura infalível e incomensurável dos desejos do coração de Deus denota-se, que não estamos aquém da nosso anseio por não apenas reconhecer, como se muito é decorrente, mas de conhecer, por intermédio da graça, a magnificência do poderio eterno do nosso Deus, que dantes fora tanto apregoado por Jesus Cristo: “Em verdade vos digo, alguns de que aqui estão não provarão a morte até que vejam vir o Filho do homem no Seu reino” (Mt. 16:28).

Neste seguimento sobre o reino a Palavra nos diz que este vem com poder sobre a humanidade, e o seu fundamento aniquilará os governos terrestres: “(…) Deus do céu se levantará um reino que não será jamais destruído (…) consumirá todos estes reinos [da terra], e será estabelecido para sempre (Dn. 2:44)”.

Glória! Advir sobre nós o domínio do Rei dos reis, e este reinado é sempiterno. A Sua Palavra nos assevera isto: “O Seu reino é um reino sempiterno, e o Seu domínio de geração em geração” (Dn. 4:3).

Nota-se um reino que é perpétuo, infinito, e o mais surpreendente: que é antigo. Sim, um reino eterno, que já existia; e que será fundamentado sobre cada criatura, em seu interior.

Em meio ao reino de Deus não haverá “carne e sangue”. Não se estacará o maculado: “O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna” (Gl. 6:8). As Escrituras nos diz que o que semeia na carne causa à depravação em si mesmo. Produz dentro de si a putrefação através do processamento do pecado, ou seja, a recompensa da transgressão é a morte, no caso, aos poucos. Aos poucos, pois é o ato de semeação, que demanda tempo para o seu desenvolvimento e, por fim, sua colheita.

Semear o pecado nos fará colher os feixes da decomposição espiritual.

Para a glória do SENHOR,

Lucas P.

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